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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Encontro das águas...

 PASSEIO NO MEU CÉU, AZUL DA COR DO MAR, QUERENDO TEUS OLHARES SEMPRE A ME OLHAR...
 E EU ESTOU AQUI A TE SELAR, POIS SOU TEU ENCONTRO A BEIRA MAR, E SEMPRE EREI TE ENCONTRAR.
MAS TUAS ÁGUAS NÃO CORREM DE ENCONTRO A MINHA... E TUAS ONDAS NÃO DANÇAM NOS COMPASSOS MEUS... TUA VIDA SÓ VIVE LONGE DA MINHA... E MEU EU ESPERA PELO AFAGO TEU.
MINHA VIDA É TE ENCONTRAR, NAS DANÇAS DO MAR ONDE UM DIA IREI TE LEVAR, PARA NUNCA MAIS ME AFASTAR.
 SE DE FATO ESSA FOR TUA VONTADE... E SE DE MIM AFASTAR A DOR... EU PERMITO O ENCONTRO DAS ÁGUA... E O BAILE NAS ONDAS DO AMOR.
 QUANDO A VEJO NO ESPELHO REFLETIDO PELA  ÁGUA, MEU AMOR NÃO TEM TRAVA, EU VIRO UMA TEMPESTADE EM MEIO O ALTO MAR E FAÇO A ONDA SE LEVANTAR.
TEU MAR ARRASA COMIGO... E TUAS ONDAS ME QUEBRAM A DOR... TUA TEMPESTADE ME ACALMA A ALMA... E EU CONSIGO SENTIR TEU AMOR.
 MINHA AGONIA JÁ SE ACABOU, PORQUE CONQUISTEI O SEU AMOR, E EU VIREI UM MAR BEM SERENO, VENDO O SOL ME ESQUENTAR ...
 QUE BOM QUE TEU MAR SE ACALMOU... E QUE TUA AGONIA CESSOU ... E O CALOR QUE OUTRORA SENTISTE... É O QUE SINTO POR TI ... MEU AMOR.

Este texto é de minha autoria em parceria com meu amigo Alesandro Carvalho... 

Versos em AZUL = Alesandro Carvalho
Versos em VERMELHO = Samara de Oliveira

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Vivendo na eternidade...

Na calada da noite me sento e choro.... me pergunto onde estou...
Atordoado com a tua ausência titubeio, sem saber para onde vou.
Grito desesperado querendo ser ouvido, mas a noite é silenciosa, como a noite morta onde estou...
E me encontro sozinho no escuro a vagar... nesse vácuo, breu, onde não quero estar.
Vejo pessoas rindo, me chamando com olhares reconfortantes... a noite não me deixa, então grito fazendo minh’alma brilhar...
E minh’alma reluz vida, paixão, sangue e dor... e nesse grito condoído blasfemo,  te rogando de volta o amor.
Amor que um dia vivi, chorei e morri, que foi um dia só meu, e que hoje sou o próprio amor que aos seus olhos morreu...
O amor que ainda sofrendo sorriu, que ainda morrendo viveu... viveu porque viveu só pra ti, e da mesma forma morreu.
Meus olhos derramarão lágrimas diante de sua dor, meu sorriso estará perante o seu calor e minha alma brilhará tão intensamente que será o seu próprio amor...
E mesmo no escuro dessa noite em que te encontras, sei que ainda sentes meu ardor... te busco todos os dias em todas as horas... porque onde estiver, estou.

Texto em co-autoria com meu amigo Ramon Noleto... mais informações sobre este jovem escritor acesse http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=63542  

Versos em AZUL = Ramon Noleto
Versos em VERMELHO = Samara de Oliveira

terça-feira, 26 de julho de 2016

Último perdão...

Alberto................................................................................
Humildemente eis me aqui
Te pedindo pra me ouvir
Ao menos um momento
Me perdoa por tanto sofrimento
Pelas vezes que protagonizei
Lágrimas de você, meu bem
Me perdoe se não fui nobre o bastante
Pra te amar como antes
Aquelas noites de puro prazer
A luz do luar, eu e você
Dois jovens desfrutando momentos
Que não se foram com o tempo
Estão vivos no coração
Por isso te peço perdão
Por não enxergar seu valor feminino
Por ter sido tolo e iludido
Fui buscar em outras camas
A felicidade de quem ama
Porém você me aceitou
Inúmeras vezes e perdoou
Eu com minha postura de bandido
Nunca fui homem o bastante contigo
Nos corpos que busquei prazer alienado
Estava cego e desencaminhado
Só nos teus braços é que realmente sou
Contemplado pelo amor
Teus lindos cabelos ruivos
Tua pele de veludo
Minha flor do norte peço a você
Mil desculpas, pode crê
Nesse momento de pura emoção
Eu te peço meu último perdão.
Samara.............................................................................
Perdão?
Não sei se posso.
Meu coração está em destroços
Minh’alma de tanto chorar, secou
No escuro a vagar, estou.
Como posso confiar no teu dizer
Se antes eu tinha você
E de repente, por entre meus braços,
Voou.
Quero muito acreditar na tua aflição
E perceber que o teu coração
Ao se afastar de mim, sangrou
Que a saudade te dominou o peito
E que por pouco, não o matou.
Mas tu sabes o quanto fraquejo
De tudo o que sinto quando te vejo
Das doces lembranças...
Dos beijos de amor
Agora, aqui, a ti eu me entrego
E nos teus braços me faço um credo
Uma oração... um pecado... ardor.
Me ofereço-te de corpo e alma
Te dou do oceano a calma...
A calmaria do amor.
E para que não restem dúvidas
Nesse momento de pura emoção
Devolvendo-te meu coração, estou
E o perdão que outrora me pediste
Se de veras for o último, te dou.

Este texto é de minha autoria em parceria com meu amigo Alberto Marques Aragão, ou Alberto Ativista, é natural de ipu zona norte do Ceará. Poeta, escritor, e letrista, Alberto faz composições musicais voltadas para o hip hop, mas aberto a novas áreas, contatos, em fim, possibilidades de ampliar seu campo de trabalho. Mais sobre Alberto você encontra em:
  http://alberto-ativista.blogspot.com/
 aposto que vocês vão adorar!